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Antenor
morava só e triste (mas sempre com um sorriso, não sei porquê) num
prédio muito alto, de muitos andares todos iguais e, no cimo de tal
prédio, muitas antenas de televisão.
Pela rua
corriam automóveis, bicicletas, com estranhos animais que com Antenor
se pareciam.
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