Lucilina tinha cabelos verdes das folhas de lucialima e olhos negros e brilhantes iguais a amoras. Por vezes, estava feliz e cantava com uma voz fina como se fosse uma flauta encantada. Vinha escutá-la um animal que não era cavalo de corrida, nem burro humilde, nem lince da Malcata, nem um gamo da serra de Peneda. 
Muito menos uma ave dos céus.
Estranha figura que a olhava com um olhar cheio de ternura branca e lavada. Tinha o nome de Antenor.

ínicio    

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